Frase

"Um tapa na Reduzida e Sorte na Subida"

quinta-feira, 31 de julho de 2014

CHEGANDO O GRANDE DIA

A segunda edição da trilha do Suzuki Clube- RN já é sucesso, agora só falta confraternizar a entrega das camisetas que ocorrerá no próximo sábado dia 02 de agosto com briefing e inauguração da nova loja Dunas Pneus localizada na Av. Bernardo Viera 3346, Lagoa Nova, a partir das 19h30.
Sucesso aos organizadores.

DE SZK E GM A "ECOSPORT DA GM"



Por Bruno Saraiva

Como sou fã e usuário de carro japonês também vendedor de carros com paixão pela hitória e trajetórias de alguns modelos irei expor um pouco do que sei sobre a relação entre a Tracker OFF-ROAD 2007 a 2009 e a Tracker "Ecosport da GM" recém lançada em 2014. Os interesses do mercado fazem que os fabricantes re-lancem nomes de versões anteriores que foram bastante significativos em números de venda para a marca, Ex. Voyage, fusca, Camaro, Mustang e por ai vai. Porém há uma observação muito importante sobre a antiga TRACKER da "GM" que ainda alguns desconhecem, esse genuíno OFF-ROAD foi desenvolvido em meados dos anos 80,90 pela empresa japonesa SUZUKI que já havia desenvolvido alguns modelos OFF-ROAD desde os anos 60, salvo-engano, inclusive os primeiros projetos lançados denominavam-se JIMNY, ok mas isso é outra história. Fato, a SUZUKI e GMC formalizaram uma "JOINT VENTURE" e começaram a fabricação do então conhecido GRAND VITARA rebatizado TRACKER(assim como a GEO "from USA"), o modelo ainda era fabricado na terra dos vice-campeões da copa do mundo de 2014, Argentina.Re-lançado em 2007 na versão a gasolina exatamente como os últimos SUZUKI GRAND VITARA(2001 a 2002) a TRACKER OFF-ROAD foi sucesso de vendas de 2007 a 2009! Então porque um carro que era sucesso de vendas só teve 3 anos de revenda, fato que no final do ano de 2008 com a chegada da crise financeira norte-americana abalou a potência do mercado automobilistico dos EUA, a GENERAL MOTORS COMPANY se vendo em crise total a ponto de o governo de Barak Obama ter que injetar capital na GMC fez com que com que ela desmanchasse o acordo(JOINT VENTURE) com a renomada SUZUKI e cada um seguisse para seu lado. Um fato interessante sobre as vendas da TRACKER OFF-ROAD é que, no ano de 2009 onde foram vendidas as últimas, eu também vendia esses modelos 0 km através das Concessionárias do RN e PE, então elas custavam algo em torno de 57 mil reais e logo chegou a cair para 53 mil reais, pasmem, com a notícia do fim da linha de produção em meados de 2009 as TRACKERS OFF-ROAD voltaram a ser vendidas pelos 57 mil reais sem margem para negociação, notório que até nos dias de hoje não há melhor OFF-ROAD que desbanque o conforto, durabilidade, espaço, economia, reposição de peças e preço de revenda no mercado.

GUINCHO - "MÃOZINHA" EFICIENTE


 A Pedidos o post de hoje relata sobre guinchos offroad acessório indispensável para se enfrentar uma trilha. É fundamental saber adquirir lo assim como usá lo com a máxima segurança afim de evitar acidentes. O assunto tratado talvez seja um pouco denso, porém não se pode resumir tal item.
Tipos de Guincho:
Guincho mecânico: Funciona com motor ligado e exige a instalação de uma tomada de força no câmbio (nem todos os veículos tem esse recurso) além de espaço para a passagem do eixo cardã entre a tomada de força e o guincho. A capacidade de tração do cabo é variável, pois depende da marcha que foi engatada. Ele precisa ser operado de dentro do veículo, usando-se a embreagem e o acelerador. Sua montagem é cara e complexa.
Guincho hidráulico: Também não funciona com o motor desligado e para sua instalação é necessário que o veículo tenha uma bomba de direção hidráulica instalada. Tem grande potência e sua montagem é mais fácil em relação aos guinchos mecânicos pelo fato de não possuir eixo cardã.  Além disso, utiliza mangueiras flexíveis e controle remoto.
Guincho elétrico: Possui a grande vantagem de funcionar com o motor desligado, além de ser de fácil manuseio, ter um preço acessível e possuir um controle remoto, permitindo com que o motorista fique longe do cabo de aço na hora do reboque. No entanto, sua bateria não é muito duradoura e quando isso acontece ele exige alteração do alternador, baterias e cabos especiais para funcionar corretamente. Também não pode ser utilizado por muito tempo seguido, já que pode sofrer superaquecimento. O modelo típico utiliza uma bateria de 12 volts como fonte de energia para operar o motor do guincho. Para libertar o cabo, o mecanismo de trava sobre o carretel-guincho deve ser liberado e o cabo deve ser puxado manualmente do guincho. Depois que o cabo foi puxado para fora o suficiente para ser ligado ao veículo ou barco que será rebocado, o mecanismo de travagem deve ser mais uma vez apertado no guincho. Depois, o equipamento utiliza um botão de controle para ativar o motor elétrico e recuperar o cabo no carretel do guincho. Com isso, o objeto que está sendo puxado é atraído para o guincho e para o reboque.

Como usar o guincho

Ancorando
A pior parte é encontrar um local para colocar o gancho. Não adianta ter um superguincho, 30 metros de cabo e nenhum lugar, nem mesmo uma "pedrinha", para colocar o gancho. Planeje sua "guinchada". Tenha sempre à mão os equipamentos necessários, bastante corda, cintas (largas e estreitas), correntes (de preferência com ganchos nas duas pontas, que servem tanto para acertar distâncias quanto para economizar tempo de guincho). Uma extensão de cabo, com o mesmo tipo do utilizado no guincho (com dois ganchos, um em cada ponta) é uma boa pedida, já que o comprimento do cabo enrolado modifica a força desse guincho (quanto mais cabo no rolo, menos força e mais velocidade na "puxada"). Não aumente o comprimento do cabo original. Deixe-o conforme a recomendação do fabricante. Consiga uma âncora que esteja o mais de frente possível, alinhada com o cabo e que permita uma saída reta.
Guinchos equipados com guias roletadas podem puxar de várias direções (recomenda-se 45 graus à esquerda ou à direita do eixo longitudinal do veículo). Puxe em ângulo apenas para alinhar o veículo, caso contrário você poderá danificar componentes estruturais do veículo e causar excesso de carga nas extremidades do guincho.
Para auto auxílio básico, ancore-se em uma árvore. Lembre-se que, ao ancorar em árvores, sempre utilize uma cinta protetora e nunca ponha o cabo de aço diretamente, pois isso danifica a árvore e pode até mata-la.
Estacas fincadas em terreno firme, e conectadas entre si ou o estepe enterrado com ângulo de 45º e a um metro de profundidade e colocando sua chave de roda no centro, tornam-se um bom ponto de ancoragem para auto auxílio, quando não há ponto de ancoragem firme disponível.
Para uma ancoragem sólida, utilize um monte de terra ou areia e faça uma abertura, ou então utilize uma fenda existente no solo.
Para uma tração direta de 2.000 lbs, por exemplo, ancore o veículo firmemente e desengate-o.
Para dobrar a força de tração, utilize uma patesca e um ponto de fixação no chassi. Desengate o veículo.
Se o cabo estourar, as conseqüências podem ser muito graves devido à força contida nele. Ao puxar cargas pesadas, coloque uma jaqueta, um pano pesado ou até mesmo os tapetes do seu veículo sobre o cabo, a uma distância de aproximadamente 1,80 m do gancho. Isto minimizará os efeitos do retorno do cabo de aço, no caso de uma quebra. Você pode, também, abrir o capô do seu veículo para uma proteção adicional.
Importante: o cabo é preso ao rolo apenas por um parafuso. Sendo assim, nunca o desenrole por completo. Deixe sempre umas seis voltas enroladas, cuja pressão permite que o cabo nunca se solte. Uma dica simples para que você saiba até onde ele deve ser desenrolado, é colocar uma fita adesiva no mesmo marcando esse local.
Aumentando a força

Uma outra dica para você aumentar a força do seu guincho, caso ele não consiga tirá-lo do atoleiro: a utilização de uma ou mais patescas. Patesca é uma polia, cuja função é dobrar a força do seu guincho. Se, por um lado ela dobra a força, por outro ela diminui pela metade a velocidade do sistema. Mesmo assim, compensa. Veja a ilustração de como utilizá-la. A patesca serve ainda para ancorar o gancho do guincho, facilitando a operação e alinhando o cabo com o local da âncora. Essas instruções podem parecer difíceis de seguir. Mas, na trilha é só manter a calma, usar o bom senso, que tudo fica bem mais simples. Agora, não há mais desculpa para ficar "encalhado".


Guinchando

Uma vez ancorado, controle remoto conectado (no caso do guincho elétrico), é hora de iniciar a operação. Acelere o veículo um pouco, para que o alternador (guincho elétrico) ou o motor (hidráulico / mecânico) tenha força suficiente para girar o guincho, com torque para livrá-lo do "apuro". Engrene uma marcha lenta (primeira reduzida, de preferência), tire o pé da embreagem e ligue o guincho. Importante: se o veículo saltar para fora do obstáculo, pare imediatamente o carro. Caso contrário, você pode "atropelar" o cabo, enrolando-o em sua própria roda.

Sempre escolha um guincho compatível com o peso de seu 4x4. Use sempre luvas de couro para manusear o cabo de aço, porque fios soltos podem ferir seriamente suas mãos. Jamais acione o guincho segurando o cabo muito próximo da entrada do carretel, menos ainda durante o resgate. Mantenha as pessoas distantes do cabo e dos veículos envolvidos no resgate. Crianças acionando o guincho? NUNCA.

Fontes: http://www.clubedesaopaulooffroad.com.br/ http://webventureuol.uol.com.br/ http://www.gama4x4.com.br/

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Destrichando o bloqueio de diferencial

O primeiro passo para entender o funcionamento do bloqueio de diferencial é saber o que é e como atua o próprio diferencial. O diferencial é um dispositivo mecânico - aquela 'bola' que fica no meio do eixo - que compensa a diferença de distância percorrida entre as duas rodas de um mesmo eixo durante uma curva, . Em uma curva, a roda externa percorre uma distância maior que a interna. Nesta situação, a diferença entre as distâncias é compensada no diferencial através de um sistema de engrenagens cônicas, as planetárias e satélites.

Sem o trabalho do diferencial a roda interna à curva patinaria tentando percorrer a mesma distância da roda externa ou pior, em pisos com boa aderência, ocorreria a torção ou até mesmo a quebra do eixo. 



Bloqueio de diferencial
Imprescindível no uso normal, o diferencial pode ser um problema no uso fora de estrada. Se uma das rodas perde aderência com o solo ficando suspensa ou encalhada em um atoleiro, o diferencial 'entenderá' que esta roda pode estar do lado de fora de uma curva e enviará mais torque para ela que oferece menor resistência. Com isto, deixará a outra roda, que ainda tem condições de tração, praticamente sem nenhum torque, paralisando o veículo. Nestas condições, o bloqueio de diferencial entra em ação. Composto de um sistema de engrenagens que iguala e direciona a força proveniente do eixo cardã para os dois semi-eixos, oferecendo deste modo torque equivalente para as duas rodas. 

Como funciona
BloqueioO bloqueio de diferencial funciona exatamente para fechar, ou seja, anular o funcionamento do diferencial, equalizando o torque para ambos os semi-eixos e possibilitando que a roda que está em contato com o solo também possa girar e mover o veículo. Conforme descrito acima, o diferencial é utilizado para auxiliar o veículo a realizar uma curva, sendo assim é importante deixar claro que o blocante de diferencial nunca deva ser usado em terrenos de aderência plena, como no asfalto, concreto e estradas de terra em boas condições. Com o diferencial bloqueado as rodas não terão mais a compensação para fazer curvas, com isto a roda do lado de dentro irá derrapar dificultando a manobra e até causando danos aos componentes da transmissão. Neste caso a tendência do veículo é seguir em linha reta e quando em velocidade de cruzeiro, em uma estrada com aderência plena, você poderá correr sérios riscos de um acidente.

Tipos de bloqueio
O mercado oferece alguns kits de sistemas blocantes, com acionamento pneumático ou mecânico. Estes kits podem ser instalados no diferencial traseiro, o que é mais comum, ou até mesmo no dianteiro, porém oblocante na dianteira torna ainda mais difícil a realização de manobras e curvas, porque o controle do volante fica muito pesado.

BloqueioÉ possível encontrar modelos de blocantes como o importado ARB Air Locker, que funciona através de uma bomba pneumática e é acionado de dentro da cabine. Sua maior vantagem é que, quando desligado, funciona como diferencial normal. Seu acionamento, feito de dentro do carro, através de ar comprimido, desloca o acoplamento e estabele uma ligação entre a caixa das satélites e uma das planetárias, anulando o funcionamento do diferencial

Outro tipo de bloqueio é o Detroit Locker, cujo funcionamento se baseia em desengatar automáticamente o semi-eixo que estiver girando mais rápido que a coroa. Este modelo mantém o diferencial sempre bloqueado. Em uma curva, em piso com aderência plena, o sistema desacopla a roda externa transmitindo o torque para a roda interna. Pode-se ouvir um 'claque' vindo do diferencial, o que é normal. 

Por último existe o diferencial de deslizamento limitado que, quando uma roda patina, bloqueia parcialmente o diferencial, algo em torno de 70%, transmitindo torque para a outra roda. Pode ser encontrado nas picapes Ranger 4x2, F-100, F-1000 e em alguns modelos importados. O uso constante provoca um desgaste acelerado e a porcentagem de bloqueio tende a diminuir. Com o tempo, o bloqueio perde sua função e pode quebrar dentro da caixa do diferencial provocando prejuízos maiores.

Quando utilizar o bloqueio

Em outros países o uso do blocante é visto como "ecologicamente correto". Apesar de soar estranho, no fundo é bem verdade, já que evita que pneus derrapem e possam cavar mais fundo ainda as trilhas deixadas pelo caminho que, com as chuvas, transforma-se numa erosão. BloqueioA Mitsubishi, por exemplo, vende, no mercado externo, a Pajero com blocante no diferencial traseiro. 

O bloqueio deve ser usado sempre que enfrentar trechos fora de estrada com lama, areia ou pedras, que ofereçam um mínimo de deslizamento e atrito. Seu uso é fundamental quando uma das rodas perde o contato com o solo ou, em atoleiros, quando uma roda patina sem transmitir tração ao solo.



Assista:





Fonte: http://www.planetaoffroad.com/p03o.htm

terça-feira, 22 de julho de 2014

CARRO DA SEMANA

Este é velho conhecido das trilhas Potiguares, o lendário Troller de Nilson Costa enfrenta qualquer parada, e no quesito equipamento mostra que um bom conjunto faz toda diferença!



TROLLER 3.0
Nome: Tubarão Branco
Apelido: Bufa branca
Potência: 250 cv (Reprogramado JM POWER CAR)
Bloqueios: Sim - traseiros EATON
Suspensão: Alongada - armortecedores Rancho
Pneus: Goodyear 33 
Rodas: Modelo TUFF 15X8
Guincho: 10 mil lbs FIXXAR
Escape: Dimensionado, saindo do coletor - Kaka scap 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

CARRO, SUBMARINO NÃO! USO DO SNORKEL

Os snorkel automotivos assim como os usados por mergulhadores, tem a função de captar ar do ambiente. Neste primeiro assim como no segundo o ar é fundamental sendo que no caso, na combustão do motor.
 Os Snorkels utilizados por veículos de uso offroad, geralmente são projetados de forma que a entrada de ar seja do ponto mais alto possível, na prática sua função é não deixar entrar água no sistema de admissão de ar, a entrada de água ou sujeira pode causar sérios danos ao motor do seu 4x4.É também interessante o isolamento de outros componentes que não podem ter contato com água.
Segundo especialistas, em  motores a diesel o equipamento tem melhor aproveitamento podendo trabalhar totalmente submerso com o uso do Snorkel, o mesmo não acontece com os motores a gasolina, devido à sensibilidade do sistema de ignição, pois para a combustão precisa  que a vela produza faísca e isto dentro d'água pode ser interferido, seria então necessário isolar outras partes tais como corrente, bobina, velas, unidade de comando, distribuidor, etc.
Não esquecer de toda vez que o veículo trabalhar em condições extremas é necessário verificar se não houve contaminação de água nos óleos dos diferenciais e câmbio, engraxar todas as juntas do cardam e munhões e também verificar se não entrou água no tanque.
Por tanto, ficar atentos e revisar sempre sua viatura. Boa trilha!

PREVIA DA TRILHA DO SUZUKI CLUBE

Marque em seu calendário, dia 03 de agosto a turma do SZK Clube estará realizando a segunda trilha do grupo na região sul. O evento promete reunir vários 4x4 e destacar a ousadia dos Vitaras, Jimnys e Samurais. Com certeza será diversão do inicio ao fim, trechos com lamas, alagados e dunas. Veja uma amostra do que foi reconhecimento ontem pelas lentes atentas de João Gabriel:










VEM AÍ!


quinta-feira, 17 de julho de 2014

"ABRAM ALAS, QUE EU QUERO PASSAR!"

Campeão em compartilhamentos pelo whatsapp, nova sensação 4x4 promete não decepcionar seus fãs, até mesmo os mais tradicionais.

Mais conforto e design, como uma imagem vale mais que mil palavras, confiram:






"BOLINHA DE BORRACHA"

Tecendo agora sobre acessórios offroad, vamos dar destaque aos amortecedores, item que deve ser priorizado quando se fala em trilhas ou até mesmo no dia a dia e viajem com a família.



Ao preparar seu carro para encarar grandes aventuras na lista de acessórios não pode deixar de incluir amortecedores de alta resistência e confiabilidade. O mercado dispõe de marcas já consagradas no mundo 4x4, o nacional Offshox e o importado Rancho se tornaram famosas principalmente entre os Potiguares. É comum entre os Trollers este acessório, novidade mesmo é o uso destes nos SZK Jimnys, aqui na cidade do Sol.
Recentemente instalado no Jimny sport modelo 2014, os amortecedores Offshox  se comporta de forma surpreendente, “o carro fica um pouco mais duro em ruas pavimentadas, mas quando se coloca a prova de um buraco ou estrada sem pavimentação o comportamento é completamente diferente , estou satisfeito.” Revela o proprietário .

Os amortecedores usado no Jimny citado,  confeccionado pela empresa catarinense Offlimits, especializada em Rally, possui garantia de cinco anos e podem ser ajustáveis, calibráveis e reparáveis, por serem monotubo, após revisado o amortecedor pode oferecer o mesma credibilidade que o novo, outro ponto de destaque é a praticidade em caso de substituição e os valores são semelhantes aos importados de qualidade equivalente , algo em torno dos R$ 550,00 Reais.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

O QUE É NOVA TRACKER? - NUNCA VI, NEM ANDEI, EU SÓ OUÇO FALAR


Originaria do SZK Vitara, a Tracker satisfez consumidores e faz história por sua bravura, resistência e versatilidade. Encerrada a comercialização pela Chevrolet em 2010, seus fãs ficaram com “gostinho de quero mais”.
A partir dos primeiros anúncios televisivos, grande expectativa foi gerada em torno do que seria o ressurgimento deste veículo que marcou no mundo 4x4. Os comentários curiosos eram sempre presentes entre os amantes do automobilismo Potiguar. Contudo, sua aparição no mercado mudou todo o cenário criado pela empresa, de Tracker mesmo, o novo SUV da Chevrolet só herdou o nome, nada mais do compacto de setenta e poucos mil Reais  se compara ao antigo que de fato, veio para concorrer com o Raneult Duster, Ford Ecorsport e Hyundai Tucson, dos quais, nenhum pode nem por engano ser chamado de jipe, porém não se pode deixar de trazer a tona tal decepção.

Desde do final de 2013 a Captiva, digo, a Nova Tracker está nas vitrines e pouco se ver nas ruas, principalmente na capital Potiguar, “muita farofa pra pouca carne” e/ou muita carne pra pouca farofa, não se sabe ao certo, mas esse ai, não agradou em nada aos fãs do antigo “jipinho”. 

terça-feira, 15 de julho de 2014

CHAMEGO NOVO

Não é de hoje que a Suzuki vem cativando consumidores Potiguares no seguimento 4x4. Vitara, Samurai, bem como o Gran vitara e os agora brasileiros Jimnys, sempre têm destaque nas trilhas e passeios offroad.
É notório a “invasão” dos Jimnys as ruas RN a fora; podemos creditar esse aumento as influencias geográficas da nossa região tais como dunas, trilhas e aspectos urbanos como alagamentos, estradas esburacadas que favorece o uso de veículos 4x4 e/ou veículos mais resistentes. Outros fatores importantes que vale destacar é o custo/beneficio, considerado baixo  e a satisfação dos proprietários de Jimnys.
“Tinha um Troller, onde participava de vários eventos, substituí por um Jimny e estou satisfeito” segundo Eduardo da Rapaziada Potiguar, os Jimnys são muito valentes e não fazem feio em nenhum trecho.
Thiago Bezerra, Gerente de pós venda da Ippon, atribui o aumento da procura, dentre outras, a uma campanha bem sucedida da equipe de vendas da concessionária, onde o processo de venda e pós venda contribuem para tamanha satisfação dos consumidores.


De qualquer forma os “carrinho” tem agradado bastante na qualidade e vamos concordar, são bem bonitinhos !

CJ DEVASSO

A construção do CJ 'Devasso' pode ser considerada um marco no off-road brasileiro. Razão para isso não falta, do motor aos eixos, foi tudo feito ao extremo!

O apelido do Jeep é Devasso! Precisa dizer mais? Precisa. Com todo o aparato de modificações que o CJ recebeu, é impossível não falar mais a respeito. Pode-se dizer inclusive que não são simples modificações e sim um carro construído praticamente do zero.
Jeep Devasso


O Jeep CJ5 ano 1958 de Ramiro Eli já passou por uma série de configurações. De original já passou por motor retrabalhado, eixos de Dana 44 com bloqueio, câmbio e caixa de transferência da Bandeirante e por aí vai. Mas foi no final de 2006 que a coisa tomou um rumo digamos, mais radical, quando Ramiro encontrou um par de eixos de Unimog em um desmanche. A partir daí a transformação do CJ deu um salto e começou a existir o Devasso como conhecemos hoje.
Os eixos do caminhão Mercedes Unimog 411 estavam há vários anos parados. Claro, uma revisão geral foi necessária, mas pelas qualidades dos eixos, valeu a pena o sacrifício. Eles possuem entre outras vantagens, o fato de serem pórticos – aumentando o vão livre em seis polegadas -, de ter uma espécie de reduzida com relação 2,13:1 nos portais (além da relação de 3,54:1 dos diferenciais) e já possuir bloqueios originais da Mercedes Benz. Sem contar é claro, a robustez que um eixo deste possui.

Outra grande transformação foi a construção de um novo chassi tubular (produzido pela Spider 4x4). Com esta utilização, conseguiu-se um jipe mais leve e rígido, deixando todo o trabalho de torção para a excelente suspensão, também criada pela Spider 4x4. O modelo utilizado foi um four-link com terminais rotulares e anti-squat (tendência da traseira do jipe levantar sob aceleração) ajustável. As molas foram feitas sob encomenda e trabalham com um kit Dual Rate Spring que permite a regulagem de duas molas (uma macia e outra mais dura). Os amortecedores são Coilover Rock Crawler 9100, com 17 polegadas de curso. Como o próprio Ramiro diz: "ter uma suspensão totalmente regulável é algo simplesmente espetacular! De forma relativamente fácil, é possível alterar a altura do carro, ângulo do pinhão e até a dureza das molas, alternando a posição das molas macias".Para utilização dos eixos Unimog, o primeiro passo foi enviá-los para a Ensimec. Lá foi feita a revisão geral com troca dos parafusos e rolamentos. A empresa também foi responsável pela confecção do braço high steer e de novos cubos com furação Willys, que substituíram os originais. Esta alteração facilitou o problema de espaço entre as rodas para se colocar os freios a disco vindos da Hilux (pinças dianteiras), VW Santana (pinças traseiras), F1000 4x4 (discos) e Opala (cilindro mestre e hidrovácuo).
Com todo este arsenal, os pneus não podiam ficar para trás. A escolha de Ramiro foi um jogo de Super Swamper Bogger 37x13R15 (que pouco antes de fechar esta edição, ficamos sabendo que já foram substituídos por TSL de 42 polegadas!) e rodas Mangels Daytona 15x10 com bead lock da RC4x4.

Fonte: http://www.planetaoffroad.com/


sexta-feira, 11 de julho de 2014

CARRO DA SEMANA

Ficha técnica:
Suzuki Jimny HR
Nome: Invertemóvel
Cor: Prata
Potencia: 96 cv (reprogramado)
Pneus: Marshal 235/75/15
Outras adaptações:
Cano dimensionado;
Para choque dianteiro;
Lift;
Snorkel OGZ

Kit redução SZK.

Rapaziada Potiguar

Abro espaço para falar da Família RP, sinônimo de fraternidade, cumplicidade, solidariedade enfim, tudo o que une este grupo formado por amantes do 4x4

Trancado a sete chaves

Fotos do interior do novo Troller são compartilhadas pelas redes sociais e segundo boatos o mesmo será apresentado na Trilha Lobo Solitário.