Frase

"Um tapa na Reduzida e Sorte na Subida"

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

ÓLEOS LUBRIFICANTES


Ninguém tem muito tempo para entender profundamente sobre óleo, aditivos, filtro, viscosidade. Mas, com certeza, aumentar a vida útil do motor do seu carro interessa. Para isso, é necessário falar da importância de trocar o óleo com frequência, de consultar o manual do fabricante do seu veículo para verificar o óleo indicado, e de entender sobre viscosidade.

A troca do óleo deve ser realizada quando se atinge o período de uso recomendado no manual do veículo. Esse período é informado pelo fabricante, de acordo com as condições de uso do mesmo.

O lubrificante correto para o seu veículo, normalmente, é informado pelo fabricante que disponibiliza informações técnicas, tais como: classificação API, ACEA, viscosidade (SAE) e especificações dos próprios. É importante que você siga estas recomendações e especificações para garantir o desempenho, evitando manutenção prematura e aumentando a vida útil dos motores e das transmissões.


Não é recomendada a mistura de óleo lubrificante, pois os produtos possuem tecnologias diferentes, o que pode afetar o desempenho do lubrificante. 


Entretanto, a maioria das montadoras recomenda completar o nível do óleo com o lubrificante disponível, em caso de emergência (luz do nível do óleo acendendo no painel), e dirigir-se, tão logo seja possível a um lugar especializado.


Qual a diferença entre o óleo mineral, semissintético e óleo sintético?

O lubrificante é composto por óleos básicos e aditivos. Sua função no motor é lubrificar, evitar o contato entre as superfícies metálicas, proteger o motor e refrigerar, independentemente de ser mineral ou sintético. 


A diferença está no processo de obtenção dos óleos básicos, que será determinante para classificá-lo como de base mineral ou de base sintética. 

Os óleos básicos minerais são obtidos da separação de componentes do petróleo, no seu processo de refino, caracterizando-se por uma mistura de hidrocarbonetos. 

Já os óleos básicos sintéticos são obtidos por reação química, em plantas petroquímicas, havendo, assim, maior controle em sua fabricação, permitindo a obtenção de vários tipos de produtos, com diferentes propriedades e, por isso, são produtos mais estáveis e possuem maior resistência ao envelhecimento. 

Os óleos, semissintéticos ou de base sintética, empregam mistura em proporções variáveis de básicos minerais e sintéticos, buscando reunir as melhores propriedades de cada tipo, associando a otimização de custo, uma vez que as matérias-primas sintéticas possuem custo mais elevado do que aquelas de base mineral.

O video a seguir acrescenta algumas informações sobre o assunto, confiram:
 

Para um conhecimento mais aprofundado, recomendo também o video seguinte:



Fonte: http://oleocerto.com/programa.html

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

IGNORANTE!


EU VOU!

 5ª Etapa de Suzuki Adventure



Suzuki Adventure acelera em Tibau do Sul no proximo dia 20 de setembro, o  evento possui temporadas anuais, com seis etapas por temporada, realizadas em diversas regiões do Brasil.
Podem participar do Suzuki Adventure os proprietários de Jimny, Grand Vitara (modelo 4x4), Vitara e Samurai. Para fazer a inscrição, é necessário fazer a doação de 10 kg de alimentos não perecíveis, que serão destinados à instituições locais.
Antes de a prova começar, todos os veículos passam por vistoria e os participantes recebem um briefing com todas as informações do percurso e dicas de navegação. Após a aventura na trilha, o dia termina com um almoço de confraternização e entrega dos troféus e premiações exclusivas.
Veja uma amostra da categoria Extreme

Além da extreme o evento conta com duas outras categorias que garantem a participação de todos. saiba mais AQUI

CHEVROLET NIVA

A Chevrolet revelou o conceito Niva, utilitário-esportivo produzido em parceria com a russa AutoVAZ, atual dona da Lada. A versão batizada com o mesmo nome do icônico utilitário russo chega às ruas em 2016.
O conceito será mostrado ao público pela primeira vez durante o Salão Internacional de Moscou, na Rússia, que ocorre de 27 de agosto até 7 de setembro.
O Niva da GM russa tem motor quatro cilindros de 1.8 litro que gera 136 cv, emprestado do grupo PSA Peugeot-Citroen, com transmissão manual de cinco velocidades.
O modelo antecessor usava um motor 1.7 litro de 80 cv a gasolina que, junto com um câmbio manual de cinco marchas, conseguia levar o Niva aos 100 km/h em longos 16 segundos e à máxima de 137 km/h.



FONTE: http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,chevrolet-revela-utilitario-niva,20699,0.htm

sábado, 23 de agosto de 2014

RESPIRO DOS DIFERENCIAIS


Diferenciais, câmbio e caixa de transferência trabalham com engrenagens que, pelo atrito, geram calor. Este calor faz com que ocorra um aumento de pressão dentro da peça e, em virtude disso, elas possuem um respiro que permite a saída de ar. No entanto, quando entra-se na água com o veículo, ocorre uma queda na temperatura invertendo a pressão e o respiro literalmente suga água e lama para dentro da peça. Ao ser misturado com água, o óleo perde suas características lubrificantes comprometendo assim a vida útil de peças vitais e, muitas vezes, de manutenção cara.

Alguns modelos de veículos 4x4, como o Suzuki Vitara, já saem de fábrica com a falha resolvida porém, a maioria dos jipes é vulnerável a este problema. A solução é relativamente simples e consiste em fazer um prolongamento dos respiros dos diferenciais, câmbio e caixa de transferência (na maioria dos casos o câmbio e a caixa de transferência 'compartilham' o mesmo respiro).

O primeiro passo é estudar os respiros de seu carro. Alguns são presos por rosca e, neste caso, o ideal é substituí-lo por um conector com a mesma rosca. Em outros, como o Samurai, o respiro é soldado na carcaça do diferencial e é preciso tirar a parte de cima ('chapéuzinho') para colocar a mangueira no lugar 

O passo seguinte é fazer a 'tubulação'. A mangueira sairá de um diferencial, passará pela caixa, diferencial dianteiro e terminará em um local mais alto. Coloca-se a mangueira a partir do diferencial traseiro e a leva em direção ao centro do jipe prendendo-a ao chassi. É preciso tomar cuidado para que a mangueira fique com uma folga entre o diferencial e o chassi para acompanhar o movimento do eixo. Outra mangueira sairá da caixa e será conectada à mangueira que vem do diferencial através de um conector "T". O mesmo deve ser feito no diferencial dianteiro e, em seguida, a boca da mangueira deve ser fixada em algum local alto do veículo, livre da possibilidade de entrada de água. No caso dos respiros com rosca, pode-se colocar um deles na boca da mangueira como uma garantia a mais.

Fonte: http://www.planetaoffroad.com/p09e.htm





sexta-feira, 22 de agosto de 2014

PRIMEIRO 4X4 DA HISTÓRIA



A partir da Revolução Britânica, no final do século XVIII, o homem sentiu necessidade de criar um outro meio de transporte que superasse os cavalos, em rapidez. Muitas pessoas tentaram sem obter sucesso. Depois de algum tempo começaram a utilizar motores de combustão externa, ou seja, carros que utilizavam o vapor. Então começaram a trocar os cavalos das carruagens por motores a vapor. Foi então que dois escoceses, Timothy Burstall e Jonh Hill, tiveram a brilhante idéia de criar uma carruagem movida a vapor e com tração nas 4 rodas. Esse invento foi registrado e patenteado em 1825.

Mas alguns clientes desses dois escoceses tiveram problemas, a carruagem movida a vapor não passava onde os cavalos passavam. Essas carruagens não eram um exemplo de eficiência e rapidez. Ela pesava cerca de oito toneladas e sua velocidade não passava de 6,5 km/h. Era desprovida de suspensão, tendo somente eixos rígidos, as molas eram colocadas embaixo dos bancos para reduzir o desconforto. O carro precisava de dois operadores, um para dirigi-lo e outro para alimentar a caldeira com carvão. 

O sistema de tração era por eixos rígidos com engrenagens nas pontas, e o sistema de direção movimentava todo eixo dianteiro, que não era articulado. 

Mas como carruagem não é sinônimo de automóvel, alguns não aceitaram a invenção de Burstall e Hill como primeiro veículo com tração nas 4 rodas. Essa parte da história só começa com o invento do automóvel por Karl Benz, em 1885 , uilizando motor de combustão interna. 

Os americanos alegam que eles são os inventores do primeiro veículo com tração nas 4 rodas, sendo este o caminhão produzido em 1911 pela FWD Co.

Mas na verdade foi em Hilversum na Holanda. Um homem chamado Jacobus Sprijker, que comandava um serviço de carruagem, do tipo táxi. Ele tinha dois filhos, Hendrik Jan e Jacobus Jr., que tiveram sua formação escolar muito técnica e viajaram a Europa e até formaram uma fábrica com o próprio sobrenome. A empresa foi um sucesso. Logo começou a exportação para a França e Inglaterra. Em 1890 tiveram que mudar o nome da empresa para Spyker, pois em alguns países era difícil pronunciar o nome da empresa. Então os irmãos Spijker decidiram construir carruagens sem cavalos. Compraram um veículo de 3HP da Benz, que foi muito modificado.

Em 1900, formaram uma nova fábrica, que era a mais moderna da época. Produziram cerca de 500 veículos. Sendo uma mistura da tecnologia da Benz, alemã, e de seu próprio desenvolvimento. Em 1903 os irmãos Spijker desenvolveram um modelo revolucionário e que era capaz de transpor os obstáculos que as péssimas condições das estradas nas Colônias Holandesas da Índia impunham. 
No Salão de Paris, em 1903, foi lançado o Spyker 54/80 HP. Este veículo tinha um motor seis cilindros, o primeiro da história com 8817 cilindradas. O bloco era de alumínio e o virabrequim possuía sete mancais. O cabeçote em "T" tinha três válvulas de exaustão conjuntas e uma de admissão. O carburador era de corpo simples, o freio era a tambor e somente no eixo dianteiro, acionado por uma alavanca. O sistema de direção era semi-elíptico. O câmbio possuía três velocidades, que transmitia força para os eixos dianteiros e traseiros, através dos diferenciais. 

A suspensão era como os jipes de hoje, só que sem amortecedor. Uma inovação grande era o uso de pneus com câmara da Michelin.

O Spyker 54/80 HP podia ultrapassar a velocidade de 144 km/h, para a época um absurdo. Ele se destacou nas corridas como a Paris-Madri. Mas foi em 1906 que aconteceu a corrida mais off-road, promovida pelo Auto Clube de Birmingham. O vencedor da corrida da "escalada da colina", como foi apelidada, foi Jacobus Sprijker, por que o Spyker 54/80 HP foi o único veículo a vencer todos os obstáculos da prova. 

Esse veículo não chegou a ser produzido em série, pois sua produção era uma fortuna, apesar do grande sucesso nas exposições. O projeto do Spyker foi abandonado logo em seguida, e a empresa comercializou motores de menor potência e até aviões monomotores. Mas com a primeira guerra mundial, a empresa entrou em colapso e pediu falência em 1925.


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

OFFROAD ENTREVISTA - Thiago Bezerra


Thiago Bezerra tem 28 anos, Formado em Administração, é gerente de pós venda na Suzuki Ippon, há dois anos compete corridas de gaiolas e coleciona prêmios por onde passa.
Sua gaiola possui motor 1600cc, carburação dupla e transmissão 4x2. Thiago pretende deixar as disputas e nos concedeu entrevista falando sobre sua carreira como piloto.

RNOFFROAD: Há quanto tempo compete em disputas de gaiolas? 
THIAGO: Desde junho de 2011 dirigia gaiolas, mas minha primeira disputa foi em 2012.
RNOFFROAD: Como começou?
THIAGO: Gosto de automobilismo, por isso fiz dessa paixão meu trabalho e lazer. Diogo da TecnoCar sem duvidas foi minha principal influência. Considero inclusive o melhor de todos os pilotos de gaiola.
RNOFFROAD: Ele é um adversário?
THIAGO: Ele impõe moral, foi sim um dos meus maiores concorrentes de pódio.
RNOFFROAD: Como mencionei, você coleciona prêmios, percebo em sua estante uma amostra desses resultados. Quantas corridas e troféus existem em seu currículo?
THIAGO: Várias corridas, algumas sem concluir, viradas aqui ali, recordo de duas viradas em uma só volta (risos); São cerca de 22 troféus, oito primeiros lugares e cinco de segundo lugar, mas sem sombra de dúvida, o prazer e a adrenalina sempre foi minha maior recompensa.
RNOFFROAD: Não aprofundando tanto, nos fale então do ponto máximo, melhor momento de todos os campeonatos?
THIAGO: Campeonato Race Dune de 2013, garanti o primeiro lugar, foi o melhor em todo contexto.
RNOFFROAD: Algum concelho para os iniciantes?
THIAGO: É muito bom, falar o contrario é mentir sobre o esporte. Porém como muita coisa na vida, essa se faz necessário acima de tudo dedicação, tem que ter compromisso! Uma boa estrutura técnica também é importante assim como dinheiro! 
RNOFFROAD: Há Possibilidade de retorno as corridas?
THIAGO: Provavelmente não, inclusive estou vendendo minha gaiola pois tenho outras prioridades no momento que me impede de prever certo retorno, porém nunca abandonarei os passeios pelas dunas que adoro, sendo que daqui pra frente em meu Jimny mesmo.

Agradecemos a atenção Thiago, te desejamos tudo de melhor!





quarta-feira, 20 de agosto de 2014

HISTORIA DAS PICAPES

Com a evolução da indústria automotiva moderna, surgiu, nos Estados Unidos, as primeiras transformações nos carros de série, substituindo a parte traseira por uma plataforma de cargas. Nasceram, assim, as primeiras picapes. Veículos adaptados para solucionar problemas de logística, facilitando o transporte com fins comerciais ou particulares
As primeiras picapes são remanescentes de adaptações no modelo da Ford T e A, a partir da substituição da parte traseira por uma plataforma de cargas. Uma invenção aparentemente simples, que mudou a realidade dos camponeses norte-americanos, ao possibilitar o transporte de pessoas e de bens de forma rápida, facilitando a vida de fazendeiros e negociantes.
Logo, os automóveis adaptados ganhariam o coração e a preferência dos norte-americanos, e mais tarde, conquistariam adeptos no mundo todo. Assim, durante a Grande Guerra, a pedido do governo dos Estados Unidos, os irmãos John e Horace Dodge construíram as primeiras picapes com fins militares. Eles respondiam também pela mecânica dos primeiros 500 mil veículos Ford T.
1918 – Enquanto a epidemia de gripe que assolou a Europa chega ao Brasil, a caminhonete criada pelos Dodge, para servir como ambulância durante a guerra, passa por uma nova adaptação e se transforma em uma picape convencional, batizada convenientemente de Dodge Brothers ½ ton Screenside Commercial Car. A versão chegou ao mercado com quatro cilindros de 35 CV.


1918 – No mesmo ano, a Chevrolet lançou sua picape 490 Light Delivery, baseada no carro 490. Este modelo, um quatro cilindros de 21,7 CV, tinha como missão estabelecer concorrência direta com o Ford T.


1925 – No ano em que Albert Einstein visita o Brasil, a Ford começa a comercialização do modelo Ford T Runabout, a primeira picape fabricada em série pela mesma montadora. Começa então uma escalada de poderes, com a abertura da concorrência por modelos de picapes mais evoluídos entre as montadoras.

1929 – No período marcado pela quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, a Chevrolet revoluciona e apresenta o primeiro modelo seis cilindros em linha 65 CV (HP).


1932 – A Ford responde lançando uma picape V8 com desempenho semelhante ao modelo da Chevrolet, no ano da Revolução Constitucionalista.


1933 – É a vez da Dodge apresentar em sua linha de produção uma picape seis cilindros.
Durante esses primeiros anos de criação, as picapes mostraram toda sua versatilidade de uso e ganharam lugar de destaque na história automobilística moderna. Nos anos 50, os veículos norte-americanos de destaque exibiam sob seu capô um V8, tendência que impôs a Série F da Ford, em 1948, com a F-150 Regular Cab.
1948 – Nesta década, a Dodge produziu a Série B e C, em modelos extremamente confortáveis e de fácil condução. Neste ano, marcado pela independência de Israel, produziu a Série B, de 500 e 750 kg, foi montada em seis cilindros de 95 CV, com potência até 102 CV, para modelos de até uma tonelada de carga.

1950 – Nesse período, enquanto o Brasil respira a Copa do Mundo de Futebol, a Chevrolet lança o modelo 3.800, um seis cilindros de 90 CV que introduziu o câmbio sincronizado para evitar que o usuário tivesse de fazer a manobra de embreagem dupla. O período pós-guerra se caracterizou pela evolução do design das picapes, com melhor nível de navegação e conforto.

1954 – No ano em que Getúlio Vargas se suicida, a Chevrolet lança no mercado uma picape 3.800 de 112 CV, com câmbio automático Hydramatic, como opcional. Adicionalmente, a Dodge apresenta a Série C, com as primeiras picapes V8 da marca, que partiu do modelo básico 145 CV, alcançando sua versão de carburador de cano duplo, a 172 CV.
No fim desta década, o Japão estava preparando uma verdadeira revolução automobilística. Datsun (Nissan) lançou sua picape. Diferente dos monumentos colossais V8 norte-americanos, o Datsun chegou ao mercado como um modesto quatro cilindros de 1.000 cc e 37 CV. Seu sucesso foi moderado, num primeiro momento. Porém, alcançou popularidade quando seu motor foi substituído por um 1200 cc de 60 CV. Contudo, a consagração definitiva só chegou em 1965, com o Datsun 520, recorde de vendas de importação.
Até aquele momento, outro fabricante japonês, Mazda, mantinha há dois anos a Série B no mercado: uma picape ao estilo oriental, compacta e econômica.
A indústria européia, no entanto, não passou alheia a este fenômeno. Porém, não obteve muito sucesso em seu mercado. Alguns modelos como Peugeot 404 Pick-Up foram produzidos quase que exclusivamente para mercados como a África. Em outros casos, como o Land Rover versátil, a solução foi cobrir a cabine com um telhado de alumínio.
Aos poucos, outros fabricantes aderiram às picapes em suas linhas de produção, em modelos com versões para gasolina e diesel, como as marcas Mitsubishi, Nissan, Toyota e Isuzu, no leste, GMC e os três grandes clássicos dos Estados Unidos: Ford, Chevrolet e Dodge.
Atualmente, as picapes ganharam nova esfera e exibem modelos que atrelam design, conforto, expressiva capacidade de carga e navegação por diversos terrenos, com oferta de modelos surpreendentes, como a Terradyne GMC, Dodge MAXXCab, Volkswagen ACC (Amarok), o esportivo Chevrolet SSR ou Power Wagon, modelo robusto da Dodge.
Assim, com a evolução contínua da indústria de picapes e com a oferta de modelos cada vez mais modernos e consistentes, os apaixonados por picapes podem aguardar por novidades cada vez mais inovadoras neste segmento.
Texto baseado em “Historia de las pick-up”, do jornalista argentino Adrián Baer, para o site Coches Míticos.
FONTE: http://www.webpickup.com.br/wpportal/historia-das-picapes/

DESAFIO DO PACIFICO

As inscrições serão limitadas e ainda poderão serem feitas com Suricato. A trilha será dia 30 de agosto. Em uma das mais belas paisagens do sertão Potiguar, Serra de João do Vale.



segunda-feira, 18 de agosto de 2014

TAMBÉM NO TRECHO

Essa turma de Assú não perde tempo e como todo bom jeepeiro, onde tem lama e um bom grupo a alegria é garantida! Jeep clube de Assú e Equipe 4x4 de Assú se uniram nesse fim de semana e fizeram da região da barragem Armando Ribeiro Gonçalves um tremendo park de diversões.















MEMBROS DA RAPAZIADA POTIGUAR ENFRENTAM III TRILHA DA TRIBO EM RECIFE

"Final de semana fantástico!" Assim se expressou Leonardo Correia participante da Trilha da Chácara em Recife, categoria Raid. Como já mencionei, uma imagem vale mais que mil palavras, Confiram!